Atividade econômica do Oriente Médio mostra melhora desigual em julho
Resumo: A atividade econômica não-petrolífera nos países do Oriente Médio mostrou recuperação em julho, de acordo com análise geral das pesquisas com gerentes de compras dos setores de manufatura e serviços, os chamados PMIs.
Análise MoneyApp
Desde março, quando o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã começou a afetar os negócios, a Arábia Saudita tem liderado a recuperação, enquanto Emirados Árabes Unidos e Líbano mostram estabilidade e Kuwait e Catar continuam enfrentando dificuldades. O índice geral de PMI para o Oriente Médio, derivado ponderando dados individuais de pesquisas pelo PIB não petrolífero de cada economia, caiu de 58,9, em fevereiro para 48,5 em março, indicando a primeira contração da produção na região em quase seis anos. No entanto, o índice desde então se recuperou para um nível de 55,4 em julho, praticamente inalterado em relação às leituras observadas em maio e junho, embora bem abaixo da média de 58,9 vista nos três meses anteriores ao conflito. Leia também: Tráfego marítimo no Golfo Pérsico diminui após houthis atacarem petroleiro saudita Março viu a atividade empresarial na Arábia Saudita cair pela primeira vez desde agosto de 2020, durante a pandemia de Covid-19, com a produção também caindo no Kuwait pela primeira vez desde o início de 2023 e diminuindo no Líbano pela primeira vez em oito meses. Enquanto isso, o crescimento desacelerou acentuadamente nos Emirados Árabes Unidos, incluindo em Dubai, enquanto a recessão se aprofundou no Catar.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Atividade econômica do Oriente Médio mostra melhora desigual em julho. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp