Berkshire Hathaway: lucro por ação classe B mais que dobrou no 2º trimestre de 2026
Resumo: O lucro por ação (LPA) classe B da Berkshire Hathaway mais que dobrou no segundo trimestre deste ano, passando de US$ 5,73 no mesmo período de 2025 para US$ 11,91, alta de 108%.
Análise MoneyApp
No acumulado dos seis primeiros meses do ano, o LPA chegou a US$ 16,59, ante os US$ 7,87 apurados no primeiro semestre de 2025. A forte valorização acompanha o avanço do lucro líquido atribuível aos acionistas da Berkshire. No trimestre, o resultado passou de US$ 12,37 bilhões para US$ 25,67 bilhões, enquanto no semestre avançou de US$ 16,97 bilhões para US$ 35,77 bilhões. Leia também Mercado imobiliário vai bem, mas os FIIs nem sempre acompanham; entenda por quê Para Fernando Didziakas, sócio-fundador e diretor da Buildings, é fundamental que o investidor diferencie a evolução do mercado imobiliário da precificação dos FIIs Veja os fundos imobiliários que rendem mais que a nova Selic de 14% Queda das cotas no início do mês tende a aumentar o retorno em dividendos para os investidores, que precisam analisar qualidade das carteiras e dos gestores O número, porém, foi influenciado pelos ganhos dos investimentos da companhia, que podem oscilar significativamente de um período para outro, segundo informou em comunicado divulgado mais cedo. No segundo trimestre, a Berkshire registrou US$ 16,08 bilhões com ganhos de investimentos, ante US$ 6,36 bilhões no mesmo período de 2025.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Berkshire Hathaway: lucro por ação classe B mais que dobrou no 2º trimestre de 2026. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp