Itaú Unibanco vê “super estabilidade” na inadimplência do banco à frente, diz CEO
Resumo: O Itaú Unibanco ( ITUB4 ) não tem nenhuma preocupação prospectiva com os índices de inadimplência do banco e trabalha com uma perspectiva de “super estabilidade” nos indicadores de atraso, afirmou o presidente-executivo da insti
Análise MoneyApp
Os papéis do banco sobem 1% na manhã desta quarta-feira (5). Na coletiva de imprensa sobre os resultados do segundo trimestre de 2026, o CEO do Itaú Unibanco teceu comentários sobre o portfólio de crédito do banco. Entre os destaques, está o avanço do consignado privado, dentro de uma lógica de troca de dívida por produto mais resiliente para as duas pontas. Leia também Itaú mantém receita “dura de copiar” e ação sobe após 2T, mesmo com corte de guidance Analistas destacam abordagem mais conservadora, mas mantêm visão positiva para as ações “Nosso portfólio foi construído de tal forma que estamos crescendo naqueles clientes em todos os segmentos mais resilientes, o que segura naturalmente o atraso”, afirmou o executivo, em coletiva de imprensa após divulgação do resultado do período de abril a junho na noite da véspera, que mostrou o índice de inadimplência acima de 90 dias em 1,9% pelo sexto trimestre consecutivo. Apesar da visão de um ambiente desafiador e de um olhar cauteloso, Maluhy Filho afirmou que a carteira de crédito do banco deve crescer acima do ponto médio do guidance se continuar no ritmo atual.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Itaú Unibanco vê “super estabilidade” na inadimplência do banco à frente, diz CEO. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp