📰 Brasil · 2026-08-07 · Fonte: G1 Economia

Petrobras (PETR4): lucro praticamente dobra e vai a R$ 52,44 bi, acima do esperado

Resumo: A Petrobras ( PETR3 ; PETR4 ) divulgou resultado do segundo trimestre de 2026 (2T26) nesta quinta-feira (6).

Análise MoneyApp

A petroleira apurou lucro líquido de R$ 52,44 bilhões, com alta de 96,8% na comparação trimestral. A expectativa de analistas era de R$ 44,69 bilhões, superada com folga. Destaques do balanço Lucro líquido – R$ 52,4 bilhões – projeção LSEG: R$ 44,7 bilhões Ebitda ajustado – R$ 93,8 bilhões – projeção LSEG: R$ 90,1 bilhões Receita líquida – R$ 169,5 bilhões – projeção LSEG: R$ 160,4 bilhões O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado ficou em R$ 93,8 bilhões, com alta de 79,6% na comparação com o mesmo período de 2025. Sem eventos exclusivos, o Ebitda teria ficado ainda maior, em R$ 100,6 bilhões. Leia mais: Confira o calendário de resultados do 2º trimestre de 2026 da Bolsa brasileira Temporada de balanços do 2T26 ganha destaque: veja ações e setores para ficar de olho Já a receita de vendas ficou em R$ 169,5 bilhões, com alta de 42,3% na comparação com o segundo trimestre de 2025.

Contexto local e global

O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.

Riscos e cuidados

Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.

Perguntas frequentes

O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?

Petrobras (PETR4): lucro praticamente dobra e vai a R$ 52,44 bi, acima do esperado. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.

Como o mercado dos EUA influencia isso?

O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.

Onde acompanhar os próximos desdobramentos?

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Fonte original · Análise MoneyApp