Taxas dos DIs fecham em baixa após dados fracos de emprego nos EUA
Resumo: SÃO PAULO, 7 Ago (Reuters) – A surpresa negativa com os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos nesta sexta-feira disparou a queda firme dos rendimentos dos Treasuries no exterior, o que conduziu as taxas dos DIs no Brasil
Análise MoneyApp
No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,78%, em baixa de 7 pontos-base ante o ajuste de 13,853% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,425%, com recuo de 3 pontos-base ante o ajuste de 14,45%. Na semana, as quedas acumuladas foram de 8 e 22 pontos-base, respectivamente. O Departamento do Trabalho dos EUA informou pela manhã que foram fechados 23 mil postos de trabalho no país em julho, contrariando a expectativa de economistas ouvidos em pesquisa da Reuters de abertura de 80 mil vagas. A taxa de desemprego ficou em 4,1%, ante 4,2% projetados.
Contexto local e global
O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez.
Riscos e cuidados
Risco de volatilidade, mudanças de regras, tensões geopolíticas e fatores macroeconômicos são os principais pontos de atenção.
Perguntas frequentes
O que essa notícia significa para o investidor em Brasil?
Taxas dos DIs fecham em baixa após dados fracos de emprego nos EUA. O cenário de Brasil (bolsa B3, moeda R$) segue conectado ao mercado global e aos eventos geopolíticos. Para comparação, o S&P 500, as decisões do Federal Reserve (Fed) e as tensões geopolíticas (guerras, sanções, eleições, tarifas) continuam sendo as referências mundiais de risco e liquidez. O impacto depende do seu perfil e horizonte.
Como o mercado dos EUA influencia isso?
O S&P 500, o Fed, o dólar e os eventos geopolíticos (guerras, sanções, eleições, tarifas) são a referência global: quando eles se movem, os mercados emergentes e desenvolvidos tendem a seguir.
Onde acompanhar os próximos desdobramentos?
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Fonte original · Análise MoneyApp